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Quiçá um dia eternamente

Quiçá um dia eternamente

beber do orvalho em tua boca,

e, em meio a penumbra dormir.

Do frio seu casulo me isola

e cedinho o sol soneca

é meu relógio a despertar.

Quiçá um dia...

ou quem sabe um dia eternamente.

Quiçá em outrora

infinito um dia n'um foi (?!)

sob lamentações digo:

- Eternamente não és.

Inquieto quebro meu silêncio agora

pois é duvidoso meu depois.  

Autor: Dassi's Colares

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Direito Reservado Plínio Colares 2018

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