top of page

Quiçá um dia eternamente
Quiçá um dia eternamente
beber do orvalho em tua boca,
e, em meio a penumbra dormir.
Do frio seu casulo me isola
e cedinho o sol soneca
é meu relógio a despertar.
Quiçá um dia...
ou quem sabe um dia eternamente.
Quiçá em outrora
infinito um dia n'um foi (?!)
sob lamentações digo:
- Eternamente não és.
Inquieto quebro meu silêncio agora
pois é duvidoso meu depois.
Autor: Dassi's Colares
bottom of page